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Moatgator Shield

Reforce cada build antes de publicar.

Ofuscação de código e de strings, anti-tamper e verificações de integridade, adicionadas ao seu pipeline de build por um pull request.

Seu códigoSaída decompiladaShield
Seu código, Saída decompilada, Shield

Faça a engenharia reversa custar caro.

O atacante começa lendo o seu app. O Shield reescreve o app compilado para que lógica, endpoints e segredos fiquem bem mais difíceis de ler, alterar e reempacotar, sem tocar no seu código-fonte.

  • Ofuscação de código e de strings
  • Anti-tamper e verificações de integridade
  • Arquivos de mapeamento mantidos para relatórios de crash legíveis

O que o Shield faz

  • 01

    Ofuscação de nomes e de código

    Renomeia classes, métodos e campos e reestrutura o fluxo de controle, de modo que a saída decompilada diga pouco a um atacante sobre como o app funciona.

  • 02

    Criptografia de strings

    No Android, endpoints, chaves e outras strings sensíveis são criptografados no build e só são descriptografados quando necessário.

  • 03

    Integridade e anti-tamper

    O app verifica o próprio código e a própria assinatura em tempo de execução e reage quando uma cópia modificada ou reassinada é executada.

  • 04

    Diversificação por build

    A proteção varia de build para build, então um bypass escrito para uma versão não serve para a seguinte.

  • 05

    Proteção de assets e recursos

    Assets e recursos embutidos são protegidos e não podem simplesmente ser extraídos e reaproveitados em outro lugar.

  • 06

    Relatórios de crash legíveis

    Um arquivo de mapeamento é gerado a cada build e funciona com Crashlytics, Sentry e Play Console para desofuscar stack traces.

Como o Shield se encaixa na sua release

  1. 1

    Proteja no seu pipeline

    Um pull request adiciona o Moatgator ao seu build Android ou iOS (beta). A proteção roda sobre o app compilado, nunca sobre o seu código-fonte.

  2. 2

    Você assina, como sempre

    O Moatgator devolve um artefato não assinado. O seu pipeline faz o alinhamento e assina, então chaves e certificados ficam com você.

  3. 3

    Conheça o custo

    Cada build informa o efeito no tamanho do app e no tempo de inicialização, para você ajustar o que ativa.

moatgator.ymlExemplo ilustrativo
shield:  android:    obfuscation: names + control-flow    string_encryption: true    asset_protection: true  integrity: signature + code  diversify_per_build: true  report: [size, startup]   # impact per build

O que o Shield cobre

Android

  • Renomeação de classes, métodos e campos
  • Ofuscação de fluxo de controle
  • Criptografia de strings
  • Proteção de recursos e assets
  • Verificações de integridade e de assinatura

iOS (beta)

  • Hardening de nomes, strings e símbolos
  • Reassinatura no seu próprio pipeline
  • Certificados e perfis ficam com você

Frameworks

  • React Native com proteção do bundle Hermes
  • Expo por meio de uma função customizada do EAS Build
  • Flutter com detecção em runtime; o código Dart fica com a ofuscação do próprio Flutter

Perguntas frequentes

O Shield altera meu código-fonte?

Não. Ele atua sobre o app compilado dentro do seu pipeline de build, por meio de um pull request que você revisa.

A proteção deixa meu app mais lento ou maior?

A proteção adiciona algum custo. Cada build informa o efeito no tamanho do app e no tempo de inicialização, para você ver o custo e ajustar quais proteções ativar.

Vocês guardam minhas chaves de assinatura?

Não. O Moatgator devolve um artefato não assinado e o seu próprio pipeline o assina. Chaves, certificados e provisioning profiles ficam com você.

Funciona com React Native, Expo e Flutter?

Sim. Bundles React Native gerados com Hermes são protegidos e o Expo funciona por uma função customizada do EAS Build. Apps Flutter recebem detecção em runtime pelo nosso plugin; a Moatgator não ofusca o código Dart, então mantenha ligada a opção --obfuscate do próprio Flutter.

Meus relatórios de crash continuam legíveis?

Sim. Um arquivo de mapeamento é gerado a cada build e funciona com Crashlytics, Sentry e Play Console para desofuscar stack traces.

A ofuscação sozinha basta?

Não. A ofuscação aumenta o custo da análise, mas não detém um atacante determinado. Combine o Shield com o Runtime, que detecta adulteração e instrumentação enquanto o app roda.

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